Cantando na Chuva!

 

Olá amiguinhos e amiguinhas, como estão? Como estamos? Como foram suas férias? Como foi o Carnaval? Como foi o ano novo? Como foi o natal? – Puta que pariu, só agora eu percebi que abandonei o blog por muito, muito, muito tempo… Enfim, hoje (bem, são 4 da manhã e eu ainda não entendo porque eu só escrevo para esse blog de madrugada) eu senti a necessidade de escrever de novo e talvez saia um texto novo do blog, bem essa colocação é desnecessária porque se você está lendo, o texto obviamente saiu e… não se importe com isso, toma a imagem de um gatinho: =^.^=

Bem, as madrugadas são (assim como o chuveiro, a janela do ônibus, as aulas de matemática e as missas de domingo) um ótimo local para deixar o pensamento ir longe e meditar… Se deixar levar pelo momento… E dessa vez o momento me levou para um local muito, muito bom…

Antes de mais nada, eu me sinto meio idiota escrevendo esse texto, mas não menos idiota do que ele parece…

Quem nunca, né?

NÃO! Dessa vez eu não estou falando daquele tipo de amor livre e incondicional, NÃO, já tivemos o bastante desse tipo por aqui! Eu to falando de coisa melhor… Quem quer algo morno e sincero quando se pode ter algo instável e muito, muito quente? QUALÉ, SEJAMOS SINCEROS! Todos temos um ideal de paixão tórrida, com duas pessoas se desejando tão loucamente que nada mais importa, todos temos esse ideal, mas acabamos abrindo mão parcialmente dele, porque ele é difícil, porque as coisas esfriam, porque somos inseguros, e blá, blá, blá…

Mas foda-se o que pode vir a acontecer, eu to falando daquele primeiro momento onde tudo parece possível e nada é tão complicado ou cansativo… Aquele momento em que você tá mais feliz que pinto no lixo!

Não é complicado ou tão poético, é paixão… É disso que eu to falando, aquilo que queima e te faz querer estar no meio do fogo aproveitando cada faísca sem se importar com as queimaduras, aquilo que faz você se sentir completo e forte, potente, corajoso, como se nada no mundo pudesse te parar…

Não sabe do que eu estou falando? Pior pra você

Por mais piegas, brega e cafona que isso possa parecer, quando você sente isso, você fica exatamente desse jeito:

Oh Gene Kelly, não é a toa que sua dança na chuva se tornou um clássico, ela expressa muito bem o que é a paixão.

Fazia meses que eu não sentia isso e eu quase havia me esquecido de como é…

” like a dick in the garbage ” – N

Se o amor é o sentimento mais nobre e necessário, a paixão é uma versão rock and roll dele… Mais pesada, mais rápida, mais dramática, mais elétrica, mais perigosa. É como se fosse a engrenagem maior, aquela que consegue fazer todas as outras girarem magnificamente depois de encaixada, aquela que faz tudo realmente fazer sentido. Acho que é isso que querem dizer quando falam “viver com paixão”, é viver cada segundo, aproveitar cada momento e realmente viver e deixar que isso se alastre… E eu me sinto ridículo por ter perdido essa engrenagem por um tempo, por ter acredito que ela não existia, por ter me contentado com o meio termo… O lado bom é que não importa o quão descrente ou acomodado você tenha se tornado, o quão você ache que não acredita mais no amor ou o quanto você pense que só uma pessoa pode te fornecer aquilo… Não importa o tamanho da dúvida, quando você se pega cantando na chuva, tudo perde o sentido, você queira ou não…

What a glorious feeling
I’m happy again
I’m laughing at clouds
So dark up above
The sun’s in my heart
And I’m ready for love

É isso o que eu quero, é isso o todos queremos!

Então é isso que eu proponho nesse texto, que todos aqui, você, você e VOCÊ! Procure algo que te faça sentir dessa forma, algo que te encha e preencha, algo que te deixe puramente feliz e completo, algo e não necessariamente alguém, algo que faça todo o resto fazer sentido, o que importa é viver com paixão, porque ela deixa tudo melhor.

cantando-na-chuva

E se acabar? Acabou! Não se desespere se o combústivel entrar na reserva. Uma das lições mais importantes é

Só quando uma coisa acaba, outra pode começar

E mais uma vez você vai sentir como se pudesse mover o mundo com a palma da sua mão!

 

Can’t explain all the feelings that you’re making me feel
My heart’s in overdrive and you’re behind the steering wheel

I Believe in a thing called love / The Darkness

O problema chamado “Ciúme”

“Olá amiguinhos e amiguinhas é bom ter vocês de volta” – ler com a voz da Eliana, não a Eliana de hoje, mas aquela dos anos 90.

Como passaram a semana? Bem? Well, minha semana foi… Foi do caralho sério… Eu tive emoções muito interessantes, finalmente tive a minha apresentação na escola de música, matei saudades de pessoas que estavam longe (fisicamente e sentimentalmente) e eu não consegui me dedicar ao texto antes porque tem algo martelando na minha cabeça, uma vontade… Algo bem… Atraente, inteligente, bem servido interessante e complicado (like always, afinal essa é a graça da vida, não é champz?). MAS isso não é assunto para agora, nenhuma dessas coisas vai ser tratada aqui hoje… Eu tenho um texto sobre minha apresentação, mas eu vou esperar o vídeo dela ser liberado de maneira que o post fique completo.

Enfim, por isso eu me atrasei um pouco em postar o texto dessa semana, mas ele está aqui… E ele é…

– CIÚMES –

ou

– AQUILO QUE NINGUÉM SENTE –

ou

– GOSTO QUE TENHAM DE MIM, MAS NÃO ASSUMO QUE TENHO DE NINGUÉM –

Todos animados?

Todos animados?

O que falar do ciúmes? Como fazer uma introdução de um texto sobre algo tão… Tão… tão…..

Argh, sobre algo tão escroto…

Um assunto que nem é  de longe um dos meus favoritos, mas eu me desafiei a encontrar um pouco de lógica nele, embora a maioria dos casos de ciúmes pareça (visto de fora) simplesmente LOUCURA!

Pois é, ciúmes… Um assunto polêmico que é provavelmente o componente mais feio de todos os relacionamentos na face da Terra, em menor ou maior grau. E eu falo com propriedade sobre o tema, porque eu enxergo-o de fora… Porque eu sou uma pessoa que não sente ciúmes…

SÉRIO, EU NÃO SINTO CIÚMES…

Acredite, eu Rique Raynal NUNCA senti uma gota de ciúmes na vida, nunca olhei feio para alguém paquerando quem eu gosto, nunca me senti jogado de lado se alguém não pode me ver porque um parente foi hospitalizado, nunca fiz birra porque alguém preferiu sair com outras pessoas do que comigo, nunca fui um troll possessivo com as pessoas que estavam comigo. Acredite, esse último paragrafo foi em parte irônico… Nem deu pra perceber, mas juro que foi!

Bem! Comecemos daí, “sentir ciúmes” é quase um tabu, é algo realmente feio, algo horrendo, um crime… Eu sinceramente não entendo como pode existir ciúmes se três em quatro pessoas afirmam piamente que não o sentem, chamam ele de outra coisa, dão mil desculpas, mas não assumem que estão com ciúmes ou sentem ciúmes, existem ainda aquelas pessoas de olhos castanhos que ainda dão uma risada forçada, fazem uma cara de “que absurdo isso!” e exclamam “Ciúmes, eu?” como se tivéssemos proferido uma ofensa terrível.

UMA NOVIDADE: SIM! CIÚMES, VOCÊ… EU… NÓS!

COLOQUEMOS ABAIXO O TABU DO CIÚMES!

Com algumas ressalvas obviamente, estamos falando de algo saudável… O que se tratando de ciúmes é algo tão raro quanto alguém que assume que o sente.

Assumir que sente ciúmes é de certa forma baixar a guarda e deixar que as pessoas saibam que você gosta muito delas, de uma maneira que qualquer ameaça à sua posição na vida daquela pessoa deve ser minada. Em poucas palavras o ciúme é isso, o medo (racional ou irracional, de acordo com o julgamento da freguesia) de perdermos nossa posição na vida de alguém querido. Temos medo que nossos namorados e namoradas encontrem alguém melhor do que nós somos e nos substitua, que nossos amigos encontrem alguém mais divertido, que nossos pais prefiram nossos outros irmãos, ou que nossos irmãos prefiram seus amigos… E por ai vai… O ciúme é um medo e está diretamente ligado (embora não exclusivamente) à maneira que nós nos enxergamos…

Muitos falam que ciúmes é falta de confiança no outro, mas macacos me mordam eu acho que vai além! Dito o que já foi dito nesse texto eu consigo chegar em um raciocínio: acho que o ciúme (aquele doentio e bem complicado) tem muito a ver também com segurança (a falta dela), com a incerteza de ser ou não ser o bastante para o outro, embora eu precise dizer… Na minha opinião isso se aplique bem mais aos casos de ciúmes extremo, aquelas pessoas que extrapolam os limites do ciúmes, muitas vezes sem grandes razões para isso, talvez elas realmente não tenham confiança em si… E falo isso do “topo da minha psicologia de bar” o que em resumo significa: É SÓ A MINHA OPINIÃO, DISCORDEM OU CONCORDEM, EU VEJO LÓGICA NISSO E COM UM POUCO DE ESFORÇO VOCÊS TAMBÉM PODEM VER!

É esse o medo.

Então separemos, esse é o ciúme ruim, o ciúme que não é saudável, o ciúme que acaba contribuindo para o fim de tantos relacionamentos, o ciúme que faz alguém agir como um perfeito idiota, uma criança fazendo birra porque tem um medo.

E por mais que soe hipócrita eu dizer que não o tenha, eu consigo não deixar ele me afetar e acho que isso é o certo… Melhor do que fingir que ele não existe é ser maduro na maneira que se lida com ele! Não é?

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Mas também paremos de tratar ciúmes como tabu ou algo completamente negativo, aliás… Existe o ciúme saudável, um leve ciúme é bem fofo, convenhamos, quando a pessoa sente um leve ciúmes e isso não chega a ser um ponto negativo no relacionamento podemos até nos sentir valorizados, amados ou queridos, porque alguém tem medo de nos perder para outra pessoa e isso é awwwn so cute… E acho que ai mora a diferença entre o ciúme saudável e o medo, a partir do momento que começa a pesar, a partir do momento que isso gera conflito, a partir do momento que deixa de ser algo fofo e passa a atrapalhar a relação, talvez seja a hora de parar e… Bem, eu não sei o que fazer, não existe uma cura para o ciúme! A não ser o raciocínio, você tem mesmo razões para isso? Tem razões para duvidar do outro ou mesmo de si? Se sim, ótimo, resolva sua situação ou conviva com um ciúme justificado (torcendo para que sua relação seja forte e sobreviva a questões tão complicadas), se não… Bem, PARA DE BESTEIRA! Porque se não o ciúme vai se tornar uma faca de dois gumes e por meio dele você pode acabar perdendo algo pelo qual preza tanto…

Bem, por hoje é só Senhoras e Senhores, até semana que vem!!!

Chegou a hora de apagar as velinhas…

“Chegou a hora de apagar as velinhas…”

(Calma ainda não)

“Parabéns, pra você…”

(ESPERA AINDA NÃO)

“A chuva cai, a rua inunda…”

(Puta que pariu, segura essas músicas só um pouco)

“Aha, Uhu, eu vou comer seu bolo…”

(Ok, eu sempre canto essa última, mas espera, antes falemos de uma coisinha)

– Conveniência Social-

 

Conveniência social, eu sou o único que fica assustado com isso?

 

Não, falo sério… EU SOU O ÚNICO QUE PIRA COM ISSO?

 

Honestamente, não nego o nível de neurose que isso faz aflorar no meu ser… Eu sou do tipo que é alérgico à camarão, mas tem um ataque anafilático depois de comer duas duzias para não ser mal educado com alguém se por conveniência social eu quero ser gentil, afinal alguém preparou aqueles camarões… Alguém teve muito trabalho com aquilo… E sempre é alguém com quem você não quer deixar uma primeira má impressão, tipo uma possível sogra, chefe, namorada, ou algo semelhante… Eu to com os camarões na boca, eu sou alérgico. Eu devo só cuspir eles fora, depois da refeição forçar o vômito com a escova de dentes do anfitrião ou dizer que sou alérgico? Sabe qual é a merda? TU SABE QUAL É A MERDA? Sabe porque eu prefiro ficar com a garganta em chamas? É que as pessoas NUNCA ACREDITAM QUE VOCÊ É ALÉRGICO… Elas pensam que você é metido, enjoado, fresco, que é mimado, nojentinho… Pensam que você dúvida dos dotes culinários delas simplesmente porque você diz ser alérgico… “Diz”, porque elas só vão acreditar que você realmente é quando perceberem seu olhar de pânico crescente enquanto sua garganta fica dormente enquanto começa a inchar…

 

Conveniências sociais…

 

E provavelmente a pior das conveniências sociais se materialize na forma de um bolo confeitado, com várias velinhas.

– DING – DING –

Isso mesmo, nós temos um campeão…

BOLO

 

Sim, senhoras e senhores. ANIVERSÁRIOS!

 

Aquele momento anual em que é celebrado o dia em que você chegou à esse mundo, aquele momento em que você deixa um ano inteiro (de muito drama e mimimi) para trás e se coloca em pé para um novo ano (de muito drama e mimimi ( -n)) cheio de novas possibilidades. As neuras do aniversário começam dias antes da… Como eu posso dizer? Sim, as neuras começam dias antes da “consumação” (amo essa palavra, vou usar ela com mais frequência).

 

Faltando mais ou menos um mês pro seu aniversário vem um parente ou um amigo pentelho e diz “Pô, você lembra que seu aniversário é em um mês?” NÃO, não… Eu tinha esquecido, porra ainda bem que eu tenho tu pra me lembrar disso! Sim, sim… pois é, 19 aninhos de vida!

 

E eis que tudo começa com “Você vai fazer alguma coisa?”.

 

E é nesse momento que sua cabeça é inundada e o terror do aniversário começa. Afinal, você vai ou não vai fazer alguma coisa? Você vai fazer uma festinha? Vai ser algo simples? Você vai chamar muita gente sabendo que só algumas pessoas irão? Você vai fazer uma festa para os amigos e deixar sua família emputecida? Você vai fazer uma festa para a família e excluir seus amigos? VOCÊ VAI ARRISCAR UNIR TUDO ISSO EM UM MOMENTO CAÓTICO DA SUA EXISTÊNCIA ONDE AMIGOS E FAMILIARES SE JUNTAM POR UM ÚNICO VETOR QUE É VOCÊ?

 

EU NÃO SOU NEURÓTICO, tenho certeza que tudo isso passa pela cabeça de todo mundo, NÃO MINTAM!

 

 

Tia Elizaneth não achou graça

“Chegou a hora de apagar a velhinha…”

 

 

Ok, ok. Faltam 15 dias pro seu aniversário e você decidiu fazer algo simples apenas para algumas pessoas muito bem selecionadas. Decidiu ir à uma pizzaria ou algo assim, convidou alguns amigos e parentes necessários. Começa o problema do lugar, porque obviamente seu pai mora na China e seu melhor amigo na Irlanda, você tem que arranjar um meio termo, não só no local, mas também no horário e no dia. Com muito esforço e sendo um patriota insistente você decide o local e tudo mais. Ai… Presta atenção… Presta atenção nessas palavras proféticas… Vai aparecer alguém que não vai poder ir porque tem uma prova, escreve o que eu to falando! Pode ser fim de ano, pode ser periodo de férias, pode ser meio do ano, começo, feriado, pode ser carnaval… ALGUÉM VAI FAZER UMA PROVA na porra do dia que você escolheu e olha que muitas vezes você nem escolheu dia de semana não, você puxou pro final de semana pra isso não acontecer e o infeliz ainda arrumou uma prova de concurso ou coisa do tipo… Ou uma viagem, ou uma cirurgia de calculo renal. Ai tu tem o que… 5 TIAS… E tia tem um lance legal, elas tão passando por uma crise de meia idade, então elas não falam a palavra “idade”, elas falam “primaveras”, quando a quarta tia vem falar que você tá fazendo “19 primaveras” você tem vontade de enfiar a cara dela no bolo enquanto rouba aquele brigadeiro que tu tá com vontade de roubar desde o começo da festa, mas sua mãe não deixa.

 

Uma festa, um bando de gente de núcleos diferentes da novela mexicana que é a sua vida… Você tem que se desdobrar, afinal o centro das atenções é você!

 

Eu posso gostar de estar no centro das atenções quando eu tenho uma razão pra isso, por exemplo… Se alguém elogia uma música minha, um texto ou um argumento, nós podemos conversar sobre, falar de inspirações, debater o assunto, etc, etc, etc… Agora se alguém vem falar comigo sobre meu aniversário… Eu só consigo agradecer e inventar uma desculpa para seguir para a próxima pessoa… O que eu devo dizer?

– PAUSA –

 

A – Pois é, eu fui o espermatozoide campeão!

 

B – Ó que ano que vem tem de novo!

 

C – Ainda bem que meus pais não tinham camisinha!

 

D – Aha Uhu, NINGUÉM VAI COMER MEU BOLO!

 

Aniversários me apavoram. E na hora do parabéns? PAUSA PRO DRAMA…

E-N-A-H-O-R-A-D-O-P-A-R-A-B-E-N-S-?

 

Tá todo mundo te olhando… TODO MUNDO TE OLHANDO! Como se eles dissessem “eu sei porque você demora tanto no banho”. O que eu devo fazer? Sorrir e olhar pro teto? Olhar pra vela? Olhar pra cara das pessoas? De quem? Eu bato palmas ou não? Tipo, se as palmas são para mim não é meio presunçoso bater palmas? E se eles fizerem o “com quem será?”, não… POR FAVOR, NÃO! Eu vou fazer 19 anos e nem tenho namorada (muito menos namorado)… O que significa que eles podem fazer isso com qualquer pessoa do salão, e se meus amigos falarem o nome de quem eu gosto? Não, calma… Eles não vão fazer o com quem será… FUDEU, ELES COMEÇARAM A FAZER O COM QUEM SERÁ… MÃE, POR FAVOR ACENDE A LUZ OU ME TIRA DAQUI… SOCORRO…

 

É DE ENLOUQUECER QUALQUER UM!

 

Sem falar da maneira que eu me sinto obrigado a entreter e garantir que todos os convidados estejam tendo um bom momento e sempre tem um FDP anti-social que se exclui do grupo e você tenta fazer ele conversar com alguém, mas ele não se entrosa e as coisas vão ficando mais e mais estranhas…

 

Enfim (bati meu recorde e não disse nenhum “bem” nesse texto), aniversários podem ser uma verdadeira cilada social, das grandes e das mais perigosas, mas no final rodos estão ali porque se importam com você de alguma forma, no final foi mais um ano vivido com altos e baixos, com certeza com passagens memoráveis, a neura social não é nada comparada a isso e que celebremos enquanto estamos vivos!!!

 

 

Uma velhinha acesa <3 (Gente, na verdade eu não acho essa piada engraçada, só quero ilustrar o post)

NIVERSÁRIOOOO… FELIZ!!!

 

Bem, eu poderia falar aqui do meu ano de número 18 que se encerra nesse dia 5, mas vou deixar para falar disso em um eventual texto de ano novo, o que importa é que eu sou um bendito otimista e olhando para trás, eu não lembro de me orgulhar tanto de um ano que passou, esse ano eu provavelmente vou me poupar de uma festa de aniversário, talvez saia para uma pizzaria (é tipo trocar o sujo pelo mal lavado), mas principalmente eu vou estar festejando comigo, pelos altos e baixos e que venha o número 19.

 

Até semana que vem nesse mesmo horário e nesse mesmo canal nesse mesmo blog, nesse mesmo site.

Beijo, beijo, abraço, beijo